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Diga pra mim por que está assim. - Me perdoe. – Suplicou deplorada, em um lamento tão terrível que senti o medo percorrer minha espinha em um arrepio. - Perdoar o quê? Eva? – Nervoso, segurei sua cabeça com firmeza e a ergui, obrigando-a a me olhar. Nunca vi tanto desespero nos olhos de uma pessoa e fiquei completamente afligido, preocupado, arrasado. – Diga. - Theo, escute. – Tia começou, nervosa também, tentando puxar meu braço, afastar-me um pouco da minha mulher. - Vamos contar tudo e não temos muito tempo. – Pedro segurou meu braço do outro lado, sua seriedade me deixando ainda mais tenso. – Deixe a Eva com a Tia. Precisamos falar com você. - Fale.

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— Não sei o que eu fiz para que ele me odeie tanto — sussurrei contra seu ombro. Ela suspirou enquanto passava os dedos por meu cabelo. — Querida, tudo o que eu queria te dizer é para ter fé, mas sei que não é justo te pedir isso. Afastei-me e olhei para ela. Giorgia era uma mulher tão linda. Não havia nem sinais de idade em seu rosto, e como se não bastasse sua beleza exterior, era tão boa por dentro. Mas a tristeza em seus olhos não podia ser negada. Dar-me um colo naquele momento era muito importante para mim, ela jamais saberia disso. Minhas irmãs foram meu ombro e meu único consolo durante anos, mas agora, independentemente de como tínhamos chegado até ali, eu cofiava em Giorgia. Estávamos unidas por algo que ia além da família, ou dos negócios da máfia, ou do meu casamento com seu filho. As circunstâncias haviam nos colocado juntas, mas o que sentíamos por Lucca nos unia. — O que te deu força todos esses anos? — sussurrei. Ela sorriu tristemente e acariciou meu rosto. — Ser mãe. — Riu e balançou a cabeça.

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É uma ótima ideia, Alessa e eu fazemos isso o tempo todo. — Não, nós não fazemos. Apenas uma vez pra nunca mais — Alessa protestou, tão preocupada quanto eu. Anita jogou as mãos em desdém. — Não importa. É sua primeira e última noite de solteira, por favor — implorou, fazendo biquinho e juntando as mãos. Levantei uma sobrancelha, irredutível. Vendo que eu não mudaria de ideia, ela olhou para nossa irmã. — Alessa, não seja uma chata! — Anita, eu tive vinte anos repletos de noites de solteira, essa não é mais importante que as outras. — Sim, noites de solteira lendo livros e comendo loucamente — Revirou os olhos. — Livros de caras gostosos — resmunguei. — Você alguma vez se mastur. — Tapei a boca dela antes que pudesse terminar a frase. — Tudo bem, mas nós vamos com os soldados. Vamos a um lugar da Famiglia, e vamos voltar antes da meia-noite.

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Mais dois funcionários se juntam a mim, movendo os pés o mínimo possível para evitar que os galhos se quebrem. Entrelaço os dedos na rede de uma árvore, dobro os joelhos e a deslizo por sobre a borda do caminhão para que outro funcionário possa agarrá-la e levá-la para uma pilha crescente atrás da Tenda. Andrew pega a próxima árvore que baixo e, em vez de levá-la para a Tenda, ele a passa para outra pessoa. — Pode deixar com a gente! — grita ele para mim, batendo palmas duas vezes. Quase digo a ele que não estamos em uma corrida, mas meu pai coloca a mão no ombro de Andrew. — Os banheiros externos precisam ser reabastecidos agora mesmo — diz ele. — E me avise se achar que eles precisam de uma limpeza mais profunda. Essa decisão é sua. Quando meus músculos começam a cansar, paro por um instante para esticar as costas e recuperar o fôlego. Mesmo exausta, é fácil manter um sorriso no lote. Olho para os clientes andando por entre nossas árvores, a alegria evidente no rosto, dá pra notar mesmo daqui de cima. Estive cercada por essa vista a vida inteira. Agora, percebo que as únicas pessoas que vejo são as que vão ter uma árvore para o Natal. As pessoas que não vejo são as famílias que não podem pagar por uma árvore, mesmo que queiram uma. É para essas pessoas que Caleb leva as nossas árvores.

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O sinal soou e ela foi embora. — Ceci — chamei, indo atrás dela. Ela começou a correr. Segui ela pela escadaria, depois a perdi de vista. Abaixando de encontro ao corrimão, fechei os olhos e lutei contra o ruído de estática na minha cabeça. — Não é incômodo — murmurei acima do ruído interno. — Eu vou lutar por você. Havia uma eletricidade no ar naquela tarde, as pessoas cochichavam. Antes que a aula de economia começasse, captei um fragmento de conversa atrás de mim; meus ouvidos foram alfinetados com as palavras: “clube gay”. Virei a cabeça e vi uma garota enfiando o dedo na garganta. Então era isso. As notícias voam, pensei. E podia apostar que sabia quem estava alimentando os rumores. — Holland. Ah, que bom. — Kirsten correu atrás de mim depois da aula.

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